• JOANNA DE ÂNGELIS ENSINA:
    O Amor não tem passado, não se inquieta pelo futuro. É sempre hoje e agora.
  • PEGADAS LUMINOSAS
    Completa a tua Obra e Crê naqueles que te enviam Luzes.
  • - O LIVRO ESPÍRITA -
    Abre caminhos, liberta, consola, ensina.

PENSE ACERTAMENTE

 É em vão que o homem procura ao longe a sua felicidade, quando descura cultivá-la em si mesmo, pois ainda que venha de fora, não pode fazer-se sensível enquanto não achar dentro de si uma alma aparelhada para a gozar.
J.J. Rosseau

A posição do homem no mundo é oriunda de seu estado mental.

Temos capacidade para tudo dominar e vencer, com a ampliação de nossos conhecimentos e com a sábia orientação do nosso poder interno.

Tomaz de Aquino disse: “O precavido domina a sua estrela, enquanto o incauto a segue de olhos vendados.”

A força do pensamento, bem concentrado e dirigido, é decisiva para atenuar ou mesmo evitar muitos males.

Saiba, pois, leitor amigo, como dirigir o seu pensamento, fazendo dele a escada do seu triunfo.
Pense em tudo quanto for forte, poderoso, alegre, saudável e tudo isso virá ao seu encontro.

O pensamento atua sobre todas as células do corpo; procure, portanto, manter a sua mente livre de todo o pensamento de inveja, ciúme, ódio, medo, desânimo, enfim, livre-a de todo pensamento destrutivo. Saiba pensar com conhecimento e inteligência.

Tudo que nos sucede na vida, foi germinado de uma semente de nosso pensamento. Colhemos apenas aquilo que semeamos.
Todo pensamento firme é ação materializada.
Procure, pois, polir a sua mente. Domine, com sabedoria, as suas emoções. Veja em tudo algo de bom e belo.

Simplifique a sua vida, vivendo-a naturalmente e pensando acertadamente.
Nossos pensamentos e ações de hoje determinam o nosso porvir.
Saiba, ao semear, separar o joio do trigo.

(Texto do livro "Existirá Esperança?", escrito por Carlos Neher)

 Sobre o Autor: 
SEU NOME Valerie, carioca, nasceu em 24 de Julho, filha de pernambucanos, ela uma dona de casa, ele militar. Enfermeira, funcionária pública, espírita por necessidade e oportunidade evolutiva, convicção e amor pela Doutrina.

 

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CONFORTANDO OS QUE SOFREM - FALECIMENTO E LUTO

Achei esse artigo profundamente esclarecedor, por isso o reproduzi aqui, retirando apenas alguns os trechos que se referiam à tradição judaica, visando contextualizá-lo com o ensinamento espírita. Você poderá acessá-lo na íntegra no site judaico PT.CHABAD.ORG


"Eu não sabia o que dizer", escreveu minha amiga, "portanto não disse nada."

No dia anterior, eu tinha escrito para perguntar: Eu estava ficando paranóica ou ela estava se afastando de mim? Eu acabara de passar pelo período que talvez fosse o mais doloroso da minha vida (até então), e minha amiga – uma amiga leal, carinhosa, dedicada – simplesmente tinha desaparecido.

Durante anos, não tínhamos passado mais que uns poucos dias sem um e-mail ou telefonema entre nós – ela sempre transbordante de calor, bom humor e amizade. E então – puff! – ela sumiu, oculta sob um véu de silêncio. Justo na ocasião em que eu mais precisava do seu apoio e proximidade, ela sumiu.

"Eu sabia como você deveria estar sofrendo", escreveu ela pedindo sinceras desculpas – "mas eu não sabia o que fazer."

Não entendi.

Minha amiga é uma pessoa bondosa e tem consideração. Pois não é quando alguém está sofrendo que é mais importante demonstrar amizade?

Porém, é uma reação bastante humana fazer o contrário; afastar-se. Não porque você não se importa, mas porque você simplesmente não sabe o que fazer.

Ceder ao medo do "o que dizer" ou "o que fazer" com certeza é mais confortável a curto prazo, mas, diz o Judaísmo, é abdicar da obrigação humana de consolar quem está sofrendo.

(...) como confortar aqueles que sofreram uma perda (...)? Não apenas os enlutados que perderam um ente querido, mas também o fim de um relacionamento, a perda de um emprego, ou qualquer uma das muitas flechadas e pedradas que fazem da vida uma experiência tão interessante…

Faça uma visita
Em primeiro lugar, faça contato.

Resista à vontade de evitar a cena dolorosa que é ver alguém sofrendo. O senso de isolamento e solidão que acompanha qualquer perda séria pode ser esmagador. Você é necessário.

No caso de luto, vamos à casa onde a pessoa está sentando shivá. Ninguém gosta de fazer "visitas de shivá", mas reconhecemos a obrigação de aliviar os enlutados da indizível solidão que acompanha a perda que sofreram.

Com o simples ato de fazer contato com alguém que sofre, você alivia o fardo. Combate a solidão daquela pessoa simplesmente pelo fato de estar ali.

Dependendo das circunstâncias, você talvez queira levar seu amigo para jantar, assistir a um filme, ou encontrá-lo para tomar um café. Mas nem precisa tanto.

Telefone. Deixe uma mensagem dizendo: "Estou pensando em você." Ou então envie um cartão ou e-mail, dizendo: "Saiba que estou pensando em você e espero que esteja se sentindo melhor."

Deixe-o Falar
Obviamente, quando você planeja uma visita, entra em pânico: "O que vou falar?"

Há um bom motivo para isso: a maioria de nós tende a dizer algo idiota.

A tradição judaica instrui: Não fale com enlutados até que eles falem primeiro com você. Deixe-os falar se quiserem, ou apenas os conforte com sua presença. Deixe-os estabelecer o tom e o ritmo da conversa. Resista à vontade de preencher o silêncio com palavras.

Aplique a mesma regra a outros cenários desagradáveis. Afinal, o que você diz a alguém que acaba de perder o emprego? Ou que está passando por um divórcio? Ou lutando contra uma doença?

A maioria de nós não é composta de (..) psicólogos que podem oferecer as palavras certas aos amigos que sofrem. Mas pode-se oferecer um ouvido, um ombro, ou dar um abraço. E isso geralmente basta.

Uma palavrinha aos inteligentes: não force alguém a se abrir com você. É maravilhoso dizer: "Se você quiser conversar, estou aqui." Porém não ajuda muito dizer: "Você teve um aborto? Venha, vamos falar a respeito, você se sentirá melhor."

Todo mundo deseja e precisa de coisas diferentes para consolo. Uma pessoa pode querer que você a ouça chorar. Outra pode querer que você a anime. Deve-se usar a sensibilidade e o bom senso em uma hora tão delicada.

Ofereça aquilo que as pessoas desejam
Aquilo que você precisa numa situação dessas pode ser totalmente diferente daquilo que o outro precisa. Tenha humildade para entender que aquilo que você acha que eles precisam, talvez não seja realmente o que precisam.

A conversa séria, o discurso encorajador que parece fazer tanto sentido para você pode ser devastador para alguém muito frágil.

Tente perguntar o que ele precisa de você: "Como posso ajudá-lo?" ou então: "O que posso fazer para dar apoio?" "O que você gostaria que eu fizesse?" Talvez seja sair para pagar uma conta, ajudar com alguns arranjos, ou dar uma mão nas tarefas domésticas.

Respeite os estágios do luto
Reconheça que a única coisa que pode ajudar seu amigo é o tempo.

(...) À medida que o tempo passa, as restrições do luto relaxam e os enlutados aos poucos retornam a vida social.

Passar por qualquer processo de sofrimento envolve inevitáveis altos e baixos. Seu amigo pode estar bem num dia e totalmente deprimido no outro, calmo uma hora e desesperado na hora seguinte.

Conheça a perspectiva
Tente ser paciente, até mesmo enquanto está pensando: "Durante quanto tempo ele vai ficar assim?" ou "Quantas vezes vou escutar a mesma coisa?" É fácil calcular o sofrimento de alguém quando você tem a perspectiva que falta a ele. Você não está passando por aquilo.

(...)

Você pode sugerir delicadamente que talvez seja bom seu amigo conversar com alguém treinado para lidar com o sofrimento, para ajudá-lo a se sentir melhor e adquirir outra perspectiva sobre a situação.

Você tem o tempo
Mais ou menos na metade do meu caminho rumo ao equilíbrio, falei sobre as maneiras que as pessoas reagiram com outro amigo que passara por uma experiência semelhante.

Eu sabia que eu tinha desenvolvido uma lealdade para toda a vida com três ou quatro amigas que tinham sido bondosas, pacientes e carinhosas enquanto eu tentava achar meu caminho de volta à normalidade.

O que elas fizeram? Não muito. Me telefonaram e me convidaram para sair. Uma delas comprou-me um chapéu engraçado num dia em que eu me sentia especialmente deprimida. Basicamente, fizeram um esforço tendo em mente que eu estava passando por algo e quiseram que eu soubesse que estava na mente delas. Minha amiga contou-me tristemente que seus sentimentos tinham mudado em relação aos amigos que não tinham se incomodado de contactá-la.

Pensando em minha amiga bem intencionada mas desnorteada, lembrei a ela que as pessoas têm suas próprias vidas e talvez fiquem tão envolvidas no seu dia-a-dia que podem ter se esquecido de ligar, ou não sabiam o que dizer. Não é que não tenham carinho por ela.

"Você tem razão", disse ela tristemente. "Mas não estou pedindo que me dediquem muito tempo, ou que carreguem sozinhos o meu fardo. Estou pedindo um telefonema de três minutos. Ou um e-mail que leva três segundos para escrever e enviar."

(...) O supremo desafio é domar nosso sofrimento e aprender com ele.

Quando esta amiga e eu tivermos passado pelos desafios e voltarmos "ao normal", nos lembraremos da incrível maravilha que foram aqueles telefonemas e e-mails? Quando outra pessoa está sofrendo, saberemos ter mais paciência? Saberemos escutar?

Pois são justamente estes pequenos atos que fazem com que uma pessoa se sinta lembrada e querida e faz com que a gente possa passar pelo próprio sofrimento tirando lições dele para a nossa vida.

Autoria de Stefanie Pearson.


Nota minha: A Doutrina Espírita nos ensina, ainda, o recurso da prece em favor daqueles que desencarnaram e dos que ainda continuam nas lutas de existência carnal. Essa doce sintonia com o Pai, alivia, consola e fortalece aqueles que vivenciam esse momento tão delicado e sofrido. Sem dúvida a melhor ajuda que podemos e devemos dar, aliada às recomendações do texto.


Um abraço carinhoso.
Muita paz!




Sobre o Autor: 
SEU NOME Valerie, carioca, nasceu em 24 de Julho, filha de pernambucanos, ela uma dona de casa, ele militar. Enfermeira, funcionária pública, espírita por necessidade e oportunidade evolutiva, convicção e amor pela Doutrina.


 

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O PERDÃO COMO TERAPIA




“Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados;  perdoai e sereis perdoados.” (Lucas, 6:37) 

A Natureza ensina-nos a praticar o perdão através do exemplo: as árvores que têm os seus troncos decepados pela moto-serra, que são consumidas ou agredidas pelo fogo, voltam a oferecer-nos a beleza das suas vestes pouco tempo depois, quando os rebentos despontam aqui e ali, na raíz presa à terra. 

Também nós estamos presos a este planeta pelos compromissos assumidos e só com a força da renovação espiritual alcançaremos novas esferas, mais puras e iluminadas. 

Perdoar é transformar os ambientes de discórdia em harmonia, e por isso Jesus incentiva-nos a não julgar e a não condenar. Vai ainda mais além, estimulando-nos a perdoar de um modo total, inclusivamente aos que nos julgaram e condenaram indevidamente. 

Quem esquece a falta de um ofensor, sabe quão grande é o tesouro de tranquilidade que amealha. 

Quem não se ofende com as injúrias, já se livrou do pesado fardo da vingança e respira a atmosfera do amor. 

Quem julga, condena; e quem condena, não perdoa. Mas quando temos o prazer de perdoar, começamos a entrar pela porta da felicidade! 

Quem conhece a ciência do perdão, nunca deixa o ofensor sem ajuda ainda que, ao princípio, este auxílio apenas se dê através da prece. 

Quem se deixa levar pela mágoa, acumula energias nocivas à sua volta, assimilando-as e, desse modo, colabora para que essas energias procurem os órgãos físicos mais debilitados do seu corpo e, por sintonia, ali se alojem, provocando doenças e desequilíbrios físicos graves. Quantos tumores, úlceras, polipos, disenterias, alergias, descontroles da pressão arterial, etc. poderiam ser atenuados se quem está doente desse o seu perdão! 

Perdão é sinónimo de felicidade, pela confiança que cresce em quem perdoa na coragem e na fé, na amizade e na fraternidade. 

Trabalhemos para nos limparmos do orgulho e do egoísmo, renovando-nos sempre, tentando aumentar o nosso círculo de amizades através da força do perdão. Se ainda não nos for possível perdoar frente a frente (às vezes o agressor ainda não aceita o perdão), então façamo-lo pelos pensamentos e atitudes, a fim de que o amor possa sair de nós, irradiando para toda a humanidade. 

Perdoar é esquecer as ofensas. E para o espírito ainda ignorante, é um dever. 

Aquele que pela sua elevação moral não se ofende, não precisa de perdoar, porque no  seu coração já não existem as paixões inferiores. 

Se começarmos a pensar na harmonia, se a estudarmos e nela meditarmos, os nossos pensamentos e sentimentos cederão perante a evidência e começaremos a avançar para as manifestações de amor legítimo. E, assim, já não teremos de perdoar, pela simples razão de que não nos ofendemos. 


E, como a inversa também é verdadeira, igualmente não precisaremos de ser perdoados pelos nossos equívocos porque, sob a luz da perseverança e da humildade, estaremos a tentar ofender os outros cada vez menos. 

Juselma Coelho.

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"DEPOIS DE UM TEMPO..." - VERONICA A. SHOFFSTALL

Vídeo belíssimo! Você já deve tê-lo visto, mas assista novamente. Só que agora com o coração e mente em silêncio. Se deixe levar pela mensagem e veja o quanto ainda temos por viver e aprender. E o quanto é possível levantar sempre, após cada erro, cada queda, cada dor. Isso eu aprendi, depois de um tempo.


Um abraço com carinho a todos que visitam nosso cantinho.
Muita paz!

"Depois de um tempo..." - Veronica A. Shoffstall




Sobre o Autor: 
SEU NOME Valerie, carioca, nasceu em 24 de Julho, filha de pernambucanos, ela uma dona de casa, ele militar. Enfermeira, funcionária pública, espírita por necessidade e oportunidade evolutiva, convicção e amor pela Doutrina.



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FINANÇAS E REFORMA ÍNTIMA - PARTE 1/2

Se a princípio parece que uma coisa não tem nada haver com outra, recomendo que leia sobre este artigo do Guilherme, autor do Blog "Valores Reais". Eu gostei bastante e acho válido refletir no que ele escreveu. Espero que você também.


Muita paz a todos.




Você quer ir ao shopping mais próximo. Há duas alternativas possíveis. Uma é pegar um táxi e chegar, assim, mais rápido ao centro de compras. A outra é ir a pé, gastar mais tempo, mas, em compensação, economizar. Existe ainda uma terceira alternativa, que é pegar um ônibus. Você, por conveniência, e já sabendo que uma das funções do dinheiro é justamente comprar tempo, resolve pegar o táxi. 


Ocorre que, apesar de a corrida ser curta, você e o taxista brigam por causa do trajeto escolhido por ele, o qual teria optado por um caminho mais longo. Você fica com raiva e estressado. A briga chega a durar quase o mesmo tempo que o valor da corrida. E você sai do veículo já de “cabeça quente”, estressado e emocionalmente abalado.

Dentro do shopping, o pensamento não sai da cena da briga com o taxista. E esses pensamentos negativos do passado continuam a ocupar sua mente mesmo quando você já está em casa, após as compras. Na verdade, aquele problema – que não durou mais do que três minutos e quinze segundos – continua a perseguir sua mente nos dias seguintes…
A questão que se coloca é: vale a pena continuar pensando nessa briga? Ela já não faz parte do passado? Por quê insistimos em rememorar lembranças de fatos negativos do passado, que nos causaram e continuam nos causando mágoa? Existe solução para curar essa obsessão pelo pensamento do passado, se sobre ele já não podemos fazer mais nada? Há alternativas para se libertar da prisão de sentimentos negativos de fatos que já ocorreram? Sim, há. E quero ponderar aqui dois pontos para reflexão de meus leitores, na forma de perguntas:
1º) Vai ter alguma utilidade a longo prazo prolongar de forma contínua uma discussão do passado que está ocorrendo exclusivamente na sua mente? (a resposta é óbvia: não).
2º) Reflita sobre o ato que gerou a situação: a corrida de táxi. Você tinha possibilidade de escolha? Você tinha alternativa? Sim, ir a pé. Ou de ônibus. E ir a pé era uma situação sobre a qual você sem dúvida tinha mais controle, ou seja, fazia você depender menos dos outros.
Eis aqui então duas chaves, duas proposições importantes e que podem ser úteis para aumentar a qualidade da vida que você leva, a fazer você ter menos estresse, e que podem fazer você pensar mais a sério na busca de sua independência financeira.
Primeiro, não se prenda a problemas temporários, que não têm poder algum de gerar efeitos benéficos a longo prazo. Como diz David Allen, no livro "Faça tudo acontecer", preste atenção naquilo que interfere em sua atenção.  E concentre sua atenção, o seu pensamento, o seu foco, em coisas positivas nas quais você tenha a capacidade de elaborar construções e planos visando a objetivos que te realizem, pois elas é que gerarão a força e a virtude necessárias para desenvolver hábitos e emoções positivas em sua vida.
Ao invés de se lamentar pelo problema da forma como ocorreu, tenha uma atitude construtiva: Pense naquilo que você poderia ter feito para evitar o problema – e não fez –, mas que você se comprometerá a fazer no futuro caso o mesmo tipo de situação se repita mais à frente. Dessa forma, você estará concentrando sua atenção na solução orientada para guiar sua vida no presente e no futuro, ao invés de focá-la apenas no problema do passado. Ou seja, você estará se preparando para solucionar problemas, e não para ficar paralisado diante deles. Sua atitude passa a ser construtiva, positiva, ativa, e não lamentativa, próprio de quem fica em estado de passividade e inércia.
Por exemplo, se a diarista era para ter vindo hoje, e não veio, pense nos motivos que ensejaram esse fato. Será que não veio por omissão sua, que não lembrou a ela, por meio de um simples telefonema que poderia ser dado no dia anterior, de que ela precisaria estar em sua casa no dia de hoje?
Você resolve fazer suas compras da semana no dia que é véspera de feriado de Páscoa. Então, você resolve ir logo depois do trabalho, às seis horas da tarde. E, quando finaliza as compras e se prepara para entrar na fila do caixa, percebe que a fila é a maior com a qual você já se deparou em sua vida. E você é tomado pelo sentimento de raiva pela demora com que a fila anda – parece que é justamente no seu caixa que falta o troco, que um outro cliente quer pagar uma conta… mas pera lá… não foi você quem, de livre e espontânea vontade, escolheu ir naquele dia, exatamente naquele horário? 
Ao invés de ficar se remoendo em casa pelo tempo que gastou na fila, tome uma atitude mental construtiva: preencha seus pensamentos com técnicas e táticas para ir ao mercado num dia de menor movimento, num horário de menor movimento – ou, se for mesmo naquele dia e naquele horário, que leve alguma coisa para preencher seu tempo ociosos (smartphone para ler notícias e checar emails, por exemplo). Pense em soluções, e aja de acordo com elas. Como diz um provérbio popular:
“Somos livres para escolher, mas não somos livres das conseqüências de nossas escolhas”.


Continua AQUI.

Esta postagem é parte do artigo que tivemos a autorização para publicar, intitulado "Dois Passos para que Você Solucione Problemas de Momento - Inclusive na Área Financeira", escrito por Guilherme, do Blog Valores Reais.


 Sobre o Autor: 
SEU NOME Valerie, carioca, nasceu em 24 de Julho, filha de pernambucanos, ela uma dona de casa, ele militar. Enfermeira, funcionária pública, espírita por necessidade e oportunidade evolutiva, convicção e amor pela Doutrina.

 

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AMOR E CARMA

Muitas criaturas se ligam a outras por impositivos da Lei de Causa e Efeito, que geralmente faz com que o credor se una ao devedor de si mesmo. Nas dificuldades de relacionamento, costuma-se evocar esse princípio como justificativa para as desavenças domésticas, porém, deve-se estar atento para as imperfeições próprias de cada um e que não estão relacionadas com o modo de ser do outro 

O casamento é portal de crescimento, qualquer que seja o passado dos cônjuges.  Ligar-se a alguém é sempre opção de cada um, sem que signifique necessariamente anterior ligação cármica.
Quando o amor está presente numa relação, ele é capaz de suplantar qualquer carma passado, desde que o indivíduo não projete no outro suas próprias imperfeições.
O amor transcende a matéria da carne renascendo a cada nova etapa da Vida do espírito. Os vínculos afetivos entre as criaturas se fortalecem a cada encarnação, objetivando o amor puro e sincero.

Os vínculos que firmamos numa encarnação não quebram aqueles que fizemos nas vidas anteriores. O verdadeiro amor não se acaba nem diminui com a convivência do ser amado com outrem. Casar com alguém não significa prender-se àquela pessoa nas encarnações futuras. Os vínculos se fortalecem pelo amor, porém, podemos estar ligados a alguém se o agredimos numa existência e ele não se equilibrou, necessitando novamente de nossa presença em sua vida para o aprendizado mútuo.

Entregar-se ao comando do amor é libertar-se dos atavismos que nos prendem ao sofrimento. Quem se deixa viver pelo amor alcança a plenitude libertando-se de carmas passados, entendendo o sofrimento como processo educativo salutar. Transformar seu carma negativo em positivo é colocar a energia do amor a serviço do Bem Maior. Só o amor pode mobilizar e alterar o destino no sentido do crescimento espiritual.

O amor nunca se acaba. Por mais inconseqüentes sejam as atitudes do outro, o amor verdadeiro permanece, desculpando e amparando o ser amado que momentaneamente desequilibrou-se.

Quando o amor já vem ferido de outras vidas, costuma reaparecer nas uniões provacionais. Se você se encontra nessa situação, verifique o que ainda não aprendeu com a nova união. É importante fazê-lo antes que seja tarde, para sua felicidade.

As uniões ditas cármicas podem se tornar uniões felizes desde que um dos cônjuges se disponha ao amor e a tornar o outro feliz. Repense sua união a fim de não ter que retornar nas mesmas circunstâncias.
Se você não mais deseja reencarnar na companhia de determinada pessoa, não a agrida. Termine a relação sem gerar carma negativo. Aprenda a conviver, como amigos.
Perceba que o amor de Deus coloca a serviço do ser humano Sua misericórdia, para diminuir os efeitos das atitudes negativas do passado, permitindo-lhe sua recuperação.

Não espere tempo algum para ajudar alguém com seu amor, sob pretexto da necessidade de que haja sofrimento para o progresso espiritual dele. Se possível, diminua aquele sofrimento. Aprende você e aprende o outro. Ninguém é dono da vida de ninguém. A desencarnação promove a alforria necessária para muitos indivíduos que se sentem presos na vida a alguém.

Liberte-se libertando o outro da posse excessiva.
Não se obrigue a vincular-se a alguém por pena ou piedade. Verifique suas necessidades evolutivas e o bem que você poderá fazer ao outro lhe permitindo sentir-se em igualdade de condições com seus semelhantes. Se a vida o colocou ao lado de alguém que necessita de cuidados, faça-o com consciência de seu papel e de sua responsabilidade O carma do filho deficiente coloca frente a frente antigos amores e, às vezes, antigos desafetos. 

A mãe que se dedica ao filho deficiente é duas vezes mãe, pois coloca acima de tudo o amor pelo seu filho que é diferente dos outros.
Não guarde mágoa em seu coração. Não o manche com a tinta negra do ódio. O verdadeiro amor não se magoa, pois compreende a atitude do outro, própria de seu nível de evolução.

Jesus reencarnou sem carma para nos ensinar, através de sua mensagem, como aprender com nossos equívocos do passado.


Livro: Amor Sempre
Autor: Adenáuer Novaes
Imagem: Google Imagens

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EM VERDADE VOS DIGO: BOM SENSO É PRECISO.

Conversando no ônibus, Dona Dulce e sua amiga Cecília, não perceberam que Dona Lequinha sentara-se bem perto e estava de ouvido atento ao que diziam as duas amigas. A conversa girava em torno de Dionísio, o gato de estimação de Dona Dulce. No entanto, Dona Lequinha entendeu que elas estavam falando era de outro homem na vida de Dona Dulce. E o mal-entendido aumentou, quando um rapaz, ao descer, disse a Dona Dulce: - "Vá tranquila, amanhã telefonarei".


Ao chegar em casa, Lequinha começou a falar com o marido: "Você não sabe o que vi hoje. Dona Dulce, que sempre nos pareceu uma santa, está de aventuras". E foi por aí. O marido de Lequinha, como era colega de trabalho de Júlio na oficina, esposo de Dona Dulce, procurou-o pela manhã e em tom sigiloso comentou tudo o que sua mulher teria visto no ônibus, no dia anterior.
Júlio escutou a denúncia, e foi para casa mais cedo. No fundo, ansiava por um entendimento com a esposa, aconselhá-la, saber o que havia de certo. Chegando em casa ouviu Dona Dulce que falava ao telefone. "Ah! Sim!"..., "Não há problema", "Hoje mesmo". "Às três horas..." "Meu marido não pode saber...". Depois das três da tarde, Júlio entrou no lar. Entreabriu devagarinho a porta do quarto e viu um rapaz em mangas de camisa, inclinado sobre o leito. De imaginação envenenada, concebeu a pior interpretação, e no galpão dos fundos da casa infelizmente enforcou-se.
Só então, no velório, ao choro de Dona Dulce, a fofoca foi totalmente esclarecida. Dionísio era apenas o belo gatinho angorá que ela criava; o moço do ônibus que ficou de telefonar era o veterinário que tratava do gato doente; o telefonema que Júlio ouvira às três horas era sobre a encomenda que Dona Dulce fizera de um colchão de molas para fazer uma surpresa ao marido; e o rapaz que estava no quarto era exatamente o empregado da casa de móveis.
Dona Lequinha, diante do suicida no caixão, comentou com a amiga a seu lado: "Que homem precipitado... morrer por uma bobagem! A gente fala certas coisas, só por falar!..." 
========
A pior consequencia que pode ter o mal fadado hábito da fofoca é a desta da crônica. Mas, diariamente, vitimamos e somos vitimados por tantos mal entendidos, que motivam tantos relacionamentos desfeitos, sonhos destruídos, esperanças apagadas por conta do 'inocente' telefone sem fio de quem conta um conto e aumenta um ponto. 

Em tempos de urgência de reforma íntima, procuremos refletir sobre isso e lembremos sempre da 'Prece por Visão', de Emmanuel.

"Senhor, ensina-me a ver as minhas próprias faltas,
auxiliando-me a corrigi-las, (...)apaga-me a vocação de descobrir as faltas alheias(...)"



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Esta crônica foi extraída do livro 'Ideias e Ilustrações', do Espírito Irmão X, psicografia de Chico Xavier também publicada na coluna de Gerson Monteiro, no jornal 'O Extra', de 16/01/2011.


E para você, afinal quem foi o maior culpado nesta história?
 Sobre o Autor: 
SEU NOME Valerie, carioca, nasceu em 24 de Julho, filha de pernambucanos, ela uma dona de casa, ele militar. Enfermeira, funcionária pública, espírita por necessidade e oportunidade evolutiva, convicção e amor pela Doutrina.

 

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A VIDA E O ENTUSIASMO

Você chega em casa e pega alguns jornai. Liga a TV sem som e coloca um disco. Usa o controle remoto para mudar de canal enquanto tenta lê e presta atenção na música.

Os jornais não trazem nenhuma novidade, a programação da TV é repetitiva e você já ouviu este disco muitas vezes.

Uma desculpa passa pela sua cabeça: "A vida é isto mesmo".

Não, a vida é deslumbrar-se com o milagre dos dias.

Pense onde você deixou o seu entusiasmo. Vá atrás dele, antes que seja tarde. O Amor nunca impediu ninguém de seguir seus sonhos.

Paulo Coelho

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O DESAFIO DE RELACIONAR-SE

Nós não somos maus, inadequados ou incompetentes quando nossos relacionamentos falharam. Pode ser que tenhamos sido simplesmente muito confiantes, não nos preparando adequadamente para eles ou fantasiando as suas perspectivas. 

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SER FELIZ

As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
       
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
       
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
       
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como conseqüência, não ad­ministramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. 

O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pes­soas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural. [...]

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros étambém a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único re­banho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensa­mos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esque­cemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta. [...]

O trabalho interior que produz felicidade não é, obvia­mente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas mo­radas da Casa do Pai.


Pelo espírito Hamed , do livro "Renovando Atitudes".

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LIBERDADE DAS ESCOLHAS

[...] Essa questão da escolha é de fato fundamental, porque nós escolhemos tudo: a roupa que vamos pôr, os calçados, a estrada por onde vamos, onde queremos ir almoçar naquele dia, ou jantar, nós escolhemos tudo.

Mas, é importantíssima esta percepção de que a nossa escolha não deve ser uma escolha de qualquer jeito. Precisa ser uma escolha responsável. Enquanto  não soubermos fazer escolhas responsáveis, a nossa vida com toda liberdade, será quase sempre um caos.

O notável filósofo francês Jean-Paul Sartre chegou asseverar que  estamos escravizados a nossa liberdade. É graças a essa liberdade que definimos as coisas de nossa vida. E por causa dessa liberdade é que vemos pessoas como Adolf Hitler, que se decidiu por fazer o que fez, usando da sua liberdade.

Ao mesmo tempo descobrimos homens como Gandhi, que podia ter se tornado um advogado bem sucedido na Inglaterra onde se formou, na África do Sul onde foi trabalhar. Mas, ao ver a condição dos negros do seu povo, o domínio da Inglaterra sobre a Índia e tudo mais, ele optou por abrir mão daquele estilo de vida que levava na África do Sul, para ir lutar junto aos seus irmãos.

Naturalmente nós pensamos que foi uma escolha sua. Ele optou. Ao invés de ganhar só para si, ele foi trabalhar junto aos seus irmãos, ao seu povo, à sua etnia.[...]

Encontramos pessoas que podem ser honestas, mas escolhem o caminho da desonestidade. Têm liberdade para isso. Achamos outras que podem ser dignas, mas optam pelo labirinto da indignidade. Têm liberdade para isso.

Outras se tornam homicidas, suicidas, exatamente porque optaram por isso. E porque optaram por isso, são responsáveis pelas consequências dessa opção que fizeram.

Liberdade com Jesus é a opção que deveremos fazer. Não estamos proibidos da distração, do esporte, de namorar, de casar, formar família, de optar pela nossa profissão, de ter o nosso emprego, ganhar nosso dinheiro, ganhar muito dinheiro, mas que tudo isso, fruto de nossa escolha, fruto de nossa opção, esteja clareado pela luz do Cristo.

Somente a partir desse clareamento que a inspiração de Jesus proporciona sobre nossas vidas é que conseguiremos fazer escolhas positivas, escolhas para sempre, escolhas para o bem.

Cabe a você, meu irmão, minha irmã, cabe a cada um de nós, fazer opções inteligentes, escolhas nobres, como Jesus Cristo fez quando podia ter ficado no domínio das estrelas, entre os beijos dos astros. Optou por descer à Terra e atender aos carentes de médico.

Transcrição do Programa Vida e Valores, de número 107, apresentado por Raul Teixeira, sob coordenação da Federação Espírita do Paraná. 
Imagem: Corbis

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QUEM ERROU

Erraste e, agora, sentes o remorso corroer-te o coração, qual ácido inclemente.
Te deixaste legar pela precipitação ou pela invigilância e lamentas as consequencias do ato impensado.


Realmente, a consciência lesada consitui uma grande fonte de dores.
Entretanto, não te lamentes nem te entregues ao desânimo.


No mundo e no Além, todos erram.
Aquele que pretende o progresso, porém, converte o fracasso em lição e segue adiante.


Assim, não te perturbes mais pelo erro cometido.
Apoia-te na fé em Deus e caminha para a frente, agindo no Bem.


Usa a alavanca da vontade para remover o peso da culpa e renova-te por dentro.
O Bem que faças hoje é água limpa a lavar os efeitos negativos dos teus enganos.


A experiência é mestra e o tempo, amigo.
Trabalha e confia.


Ontem, talvez, a ignorância te impedisse de avançar para a paz, envolvendo-te nas sombras.
Hoje, porém, é um novo dia, e o sol da esperança brilha no horizonte de tua vida, convidando-te ao progresso.


Aquele que pretende o progresso, porém, converte o fracasso em lição e segue adiante.
Assim, não te perturbes mais pelo erro cometido.


Pelo espírito Sheilla.
Imagem: Corbis

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O AMOR IMPOSSÍVEL



Se você ama alguém que não lhe pode corresponder, lembre-se daqueles que não têm um amor ao menos para chorar suas lágrimas.


Se o amor é uma conquista, alguns ainda não a alcançaram.

Se a pessoa que você ama já tem compromisso, evite viver uma relação paralela que poderá machucar seu coração. Nossos sentimentos comandam nossa Vida; deixá-los à deriva é perigo para a própria sobrevivência.

Ninguém que se aventura numa relação paralela consegue dela sair sem marcas. Os motivos que levam alguém a tal aventura geralmente se enraízam em vidas passadas.

Quem ama nem sempre consegue correspondência com o ser amado. Às vezes nos deparamos com os amores platônicos ou não recíprocos. Respeitar os limites do outro é fundamental para nosso equilíbrio psíquico.

Quando você se deparar com um amor proibido atravessando seu percurso de vida, olhe para si mesmo e conscientize-se de que você não merece pagar preço tão alto por uma ligação que não possa ser postergada.

Se o seu amor não é correspondido ou é platônico e o outro não sabe nem lhe dá atenção, não espere que um milagre resolva a situação. Lance-se ao seu próprio destino buscando realizações superiores.

Não lamente a saída de alguém de sua vida.

Reenquadre a posição que você deve ocupar na vida, perante o futuro, sem aquela pessoa. O outro que saiu, apenas desocupou o espaço por você constituído. Permita que algo nobre ocupe devidamente aquele lugar.
Se você se encontra em solidão, observe à sua volta e verá que, mesmo acompanhada, muita gente está só. A companhia do amor é a paz da consciência e o pensamento voltado para o futuro.

Por contingências reencarnatórias, o amor entre duas pessoas poderá estar separado pelos laços de parentesco, pelo compromisso do outro, por expiações ou pela preferência sexual. Nesses casos, aja com cautela e equilíbrio, considerando que a separação imposta pela vida representa processo educativo em curso.



Muitas vezes tentamos colocar num ponto máximo de nossa vida o amor a uma pessoa em lugar do amor a Deus, à vida ou, até mesmo, a si próprio. Esse amor exagerado tende a anular quem a ele se entrega.


Em determinada fase de nossa vida nos encontramos com um outro que inunda nossa consciência alojando-se sem pedir licença, parecendo ser a única razão de
existirmos. 

Muitas vezes se trata de fascinação movida por carências não atendidas. Valorização de si mesmo e autoestima, são fundamentais para o reequilíbrio psíquico.

As barreiras da posição social, do nível intelectual e outras erigidas pelo preconceito, são contingências que nos ensinam a grandeza da vida verdadeira, da qual somos originários e para a qual voltaremos como espíritos.

Se o amor possível está difícil, o impossível merece a nossa cautela para não se tornar uma armadilha cármica a nos aprisionar na teia das reencarnações expiatórias.
O amor não-amado, Jesus, soube entender os homens, face à ignorância espiritual da humanidade. O seu amor é o amor possível e libertador.

O amor não correspondido é aquele que devemos esquecer a fim de buscarmos outro amor, que preencherá nossa vida de felicidade e paz. A fixação nele é porta aberta à obsessão e à anulação de si mesmo.
O amor impossível nos aprisiona e nos faz estacionar diante da vida. Sua presença em nossa consciência e em nosso coração impede-nos de crescer e evoluir.

Se não conseguimos realizar o amor que nos parece o máximo de nossa vida, lembremo-nos que um outro amor pode estar a nos esperar do outro lado da vida, confiante em nosso amadurecimento antes da partida. O amor dos entes queridos, que nos antecederam na viagem pertenceram ao nosso passado reencarnatório, estará sempre presente em nossas vidas na medida em que permaneçamos trabalhando em favor do amor e para que o amor alcance os que dele carecem.

Amanhã poderemos estar diante de algo muito mais importante do que aquele amor que nos impede o
crescimento. Na manhã seguinte, certamente o dia poderá ser mais acolhedor. Acredite no amor possível; é ele que nos faz crescer.

Jesus nos ensinou que o amor é sempre possível àquele que pensa no Bem.

(Do livro "Amor Sempre", de Adnauer Novaes).

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"O FIM SÓ EXISTE PARA QUEM NÃO PERCEBE O RECOMEÇO"



Depois que cometas um erro e tenhas consciência dele, começa a reabilitação.


Nada de te entregares ao desalento ou ao remorso.
Da mesma forma como não deves insistir no propósito inferior, não te podes deixar consumir pelo arrependimento.

Este tem somente a função de conscientizar-te do mal feito.



Perdoa-te, encoraja-te e dá início à tarefa de reequilíbrio pessoal, diminuindo e reparando os prejuízos causados.




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Ama-te mais. 
Certamente, não nos referimos ao sentimento egoísta, ambicioso, envenenador. 

Amar-se, é respeitar-se, proporcionando-se as conquistas superiores da vida, os anseios elevados do coração. 

Intenta estabelecer um pequeno programa de amor para ti e executa-o. 



Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações e sabendo-te fadado à Grande Luz, deixa que brilhem as tuas aspirações nobres. 

Escolhe "a melhor parte" em tudo e supera aquelas nefastas, que prejudicam e envilecem.


(Ambas mensagens de Joanna de Ângelis, no livro "Vida Feliz", por Divaldo Franco.
Título: frase de Gasparetto)

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