domingo, 8 de março de 2009

SÍNDROME DO PÂNICO: TEM LUZ NO FIM DO TÚNEL

Cada vez mais gente vem sendo diagnosticada pelos especialistas como portadores do mal. Os estudos revelam que as mulheres entre 20 e 35 anos são as mais atingidas.

Hoje, já se sabe com exatidão que até 70% das causas da doença são genéticas, enquanto as 30% restantes estão relacionadas ao uso de drogas, remédios e fatores ambientais — entre eles (adivinhe!) o stress.


Os homens também não estão escapando da tormenta e já são igualmente engolidos por esses tsunamis de terror. Curioso é que, no passado, a proporção era de duas de nós para cada um deles. Por causa do machismo, muitos não queriam admitir que tinham a doença, achando que era sinônimo de fraqueza.


Como classificar o medo regular do pânico? Qualquer pessoa pode experimentar essas mesmas sensações de angústia durante um assalto, um vôo com turbulência ou um acidente de carro, por exemplo, mas só quem sofre da doença tem um ataque de pânico sem motivo concreto. Em outras palavras, no “transtorno do pânico”, como é chamado pela ala médica, ocorrem crises de ansiedade sem que de fato exista uma situação de perigo. São ataques aleatórios que surgem de maneira inesperada.


Para nosso melhor entendimento do problema, buscamos na Internet, algumas infomações sobre a Síndrome do Pânico, vistas à luz dos ensinos Espíritas:


1- Qual a origem do problema?

O distúrbio de pânico encontra-se enraizado no ser que desconsiderou as Soberanas Leis e se reencarna com predisposição fisiológica, imprimindo nos gens a necessidade da reparação dos delitos transatos que permaneceram sem justa retificação, porque desconhecidos da Justiça humana, jamais porém, da divina e da própria consciência do infrator.


2- Qual a influência do processo obsessivo espiritual, na Síndrome do Pânico?

Como espírito, o portador da síndrome de pânico sofre a influência de outros espíritos. Quando esta influência é negativa, ou perniciosa, estamos diante de um processo obsessivo. Encarando aquele que sofre o distúrbio como um devedor perante a Lei – o que, afinal, todos somos – que causou prejuízos a outrem, é freqüente que a simples presença deste cobrador, no papel de obsessor, dispare a crise. Através da ação fluídica, associada à corrente mental negativa, que induz o medo e o pavor, que faz aflorar o sentimento de culpa inconsciente, que recorda os sofrimentos anteriormente vividos na erraticidade, ou simplesmente ameaça uma agressão violenta, o obsessor consegue seu intento de aterrorizar.


3- A mediunidade tem alguma influência no desencadear da Síndrome do Pânico?

Não podemos – e nem devemos – fazer uma associação direta entre a faculdade mediúnica e o transtorno do pânico. Embora a mediunidade também dependa de uma organização física mais sensível – ou seja, uma predisposição - como ocorre com o distúrbio de pânico, sua finalidade básica é que haja uma comunicação entre espíritos de planos diferentes.

Conforme ocorre com outros distúrbios emocionais ou mentais, a faculdade mediúnica pode ou não estar presente. O mais importante é buscar tratar-se, utilizando-se dos recursos colocados à disposição pela ciência, seja no campo psiquiátrico ou psicológico, bem como fazer uso da terapêutica espírita, através da fluidoterapia, do estudo edificante e do exercício da caridade.


4- O Transtorno do Pânico tem cura?

Sim. O tratamento deve pautar-se no tríplice aspecto do ser humano: corpo, perispírito e espírito. Dessa forma, o tratamento psiquiátrico é extremamente recomendável porque irá auxiliar na reabilitação da função neural, gerando um alívio muito grande para o paciente. Mas isso não resolverá o problema principal, a causa de base. É necessário, pois, um tratamento energético, em que a pessoa deve receber o passe, a água fluidificada, recuperando o equilíbrio de seu campo energético. Além disso, e sobretudo, o paciente deve buscar um reconforto espiritual através da evangelhoterapia, em tratamentos desobsessivos (se for o caso), hipnose com terapia de vida passada (quando indicada), etc. Necessita, enfim, procurar transformar-se, vivenciando o Evangelho na prática.


5- Como lidar com alguém portador da Depressão ou Síndrome do Pânico?


*Nunca menospreze o problema

A síndrome do pânico não é frescura, bobagem ou loucura. Nunca diga a uma pessoa que apresenta sintomas de pânico que ela não tem nada demais ou que é fraqueza dela. A síndrome do pânico é um problema real que deve ser levado a sério. É importante saber que a pessoa já sofre o bastante com os sintomas da doença, fazê-la se sentir fraca ou pertubada mentalmente é muito cruel e absolutamente desnecessário. A pessoa não é fraca nem covarde, apenas está doente e precisa de ajuda


*Não exerça nenhum tipo de pressão

Se uma pessoa com esse problema diz que não tem condições de fazer algo é porque realmente não tem. A síndrome do pânico não impede o paciente de perceber suas limitações com relação à doença. Não fique insistindo pra ela sair ou desencanar; acredite, ela quer muito isso, mas não está em condições de enfrentar algumas situações sem ter uma crise ou mal-estar. Tenha muita calma.


*Evite formas de incentivo grosseiras ou agressivas

Evite tentar incentivá-la "dando um empurrãozinho" ou um "chacoalhão", esperando que assim ela reaja. A pessoa está certamente muito sensibilizada e esse tipo de incentivo pode soar como uma agressão para ela, pois certamente se sentirá fraca diante dos outros. Gritar ou dizer certas coisas em tom muito entusiástico para provocar uma reação pode atrapalhar mais do que ajudar.


*Evite contar histórias trágicas ou de enfermidades para quem tem esse problema

Em geral, durante o período de crises, a pessoa fica muito suscetível a incorporar sintomas às suas crises, tem medo de ter a mesma doença que ouviu falar ou de sofrer um acidente como "aquele que aconteceu com a vizinha..."


*Mantenha a calma durante as crises

Embora seja difícil, procure manter a calma se a pessoa tiver uma crise. Se você não se abalar , mostrar que está por perto para ajudá-la e conseguir acalmá-la, dar segurança, dificilmente ela terá outra crise perto de você. Se você se envolver no desespero do paciente, dificilmente poderá ajudá-lo. As crises podem demorar um pouco, mas elas passam.


*Evite tratar quem tem o problema como um coitadinho

Qualquer ser humano se sente inferiorizado quando sentem pena dele. Cuide da pessoa com confiança em sua recuperação e não como se ela fosse uma vítima das circunstâncias.


*Jamais indique medicamentos por conta própria ou por experiências de terceiros

Deve-se sempre consultar um psiquiatra para saber qual o tratamento mais indicado para cada caso.


*Seja paciente com a pessoa e consigo mesmo

É preciso ter muita paciência e não é nada fácil entender o que se passa nessa situação. Por isso, se você se sentir impotente ou incapaz de entender e ajudar, saiba que isso é bastante comum. Você jamais deve se sentir um inútil por não poder resolver o problema. A melhor ajuda que você pode dar é manter a calma e confiar muito na recuperação da pessoa, mostrando sempre que você está ali para apoiá-la. Se for necessário, procure um grupo de ajuda. Eles também podem ajudar as famílias dos pacientes e dar maiores informações sobre a doença.

Paz e Bem, Val.

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